O amor e a possessividade

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”Não te largo, não te troco e não te empresto” foi assim que começou o meu dia. Acordei, olhei pro celular e vi esta frase no Facebook, algum amigo deve ter curtido ou compartilhado. Li a frase e pensei “que encontro louco entre o amor e a possessividade”, mas confesso que meu maior susto foi pela quantidade de pessoas que concordavam com aquilo.

Tudo bem, um ciúme faz bem e muitas vezes pode ser interpretado como amor, mas todo e qualquer sentimento sem equilíbrio pode se tornar uma obsessão, e vai por mim seu namorado/ficante não é a última molécula de oxigênio do mundo. E mesmo que fosse, não seria só sua. Se a garota já impõe o cara como a vida dela, quando o relacionamento acabar ela deixará de existir.

Não deixar o cara viajar com a família, passar um dia com os amigos, fuçar as coisas e redes sociais dele, ligar pra ele a cada cinco segundos ou ter ciúme de todas as suas amigas é como levantar uma placa escrita “Termine comigo, sou insuportável”.

Anota aí pra não esquecer: sempre vão existir outras pessoas, outros lugares, outras festas, outras coisas, o segredo é o deixar descobrir tudo isso sozinho e ainda sim preferir você.

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3 comentários sobre “O amor e a possessividade

  1. Isso se chama falta de confiança em si próprio. Se a pessoa quer estar com você de verdade, ela vai te respeitar. E respeito e confiança se conquistam.
    Adorei a postagem.

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